07 outubro 2012

Dica.

Nove dicas para usar bem a tecnologia

O INÍCIO  Se você quer utilizar a tecnologia em sala, comece investigando o potencial das ferramentas digitais. Uma boa estratégia é apoiar-se nas experiências bem-sucedidas de colegas.

O CURRÍCULO  No planejamento anual, avalie quais conteúdos são mais bem abordados com a tecnologia e quais novas aprendizagens, necessárias ao mundo de hoje, podem ser inseridas.

O FUNDAMENTAL  Familiarize-se com o básico do computador e da internet. Conhecer processadores de texto, correio eletrônico e mecanismo de busca faz parte do cardápio mínimo.

O ESPECÍFICO  Antes de iniciar a atividade em sala, certifique-se de que você compreende as funções elementares dos aparelhos e aplicativos que pretende usar na aula.

A AMPLIAÇÃO  Para avançar no uso pedagógico das TICs, cursos como os oferecidos pelo Proinfo (programa de inclusão digital do MEC) são boas opções. 

O AUTODIDATISMO  A internet também ajuda na aquisição de conhecimentos técnicos. Procure os tutoriais, textos que explicam passo a passo o funcionamento de programas e recursos. 

A RESPONSABILIDADE
  Ajude a turma a refletir sobre o conteúdo de blogs e fotologs. Debata qual o nível de exposição adequado, lembrando que cada um é responsável por aquilo que publica.

A SEGURANÇA  Discutir precauções no uso da internet é essencial, sobretudo na comunicação online. Leve para a classe textos que orientem a turma para uma navegação segura.

A PARCERIA  Em caso de dúvidas sobre a tecnologia, vale recorrer aos próprios alunos. A parceria não é sinal de fraqueza: dominando o saber em sua área, você seguirá respeitado pela turma. 

Fontes: Adriano Canabarro Teixeira, especialista de Educação e tecnologia da UFRGS, Maria de Los Dolores Jimenez Peña, professora de Novas Tecnologias Aplicadas à Educação Da Universidade Mackenzie, e Roberta Bento, diretora da Planeta Educação.
Reportagem sugerida por oito leitores: Alana Cristina Lorde, Várzea da Palma, MG, Graziela Stein, Marabá, PA,Jaqueline Alves Silva Soares, Caetanópolis, MG, Karla Capucho, Vitória, ES, Kelly Silva Monteiro, São Gonçalo, RJ, Luciano Alves da Silva, São Lourenço da Mata, PE, Nadia Pereira Marques, Cristalina, GO, e Thais Silvestre Rosa, Rio de Janeiro, RJ

06 outubro 2012

Dica de leitura


Maria Elizabeth de Almeida fala sobre tecnologia na sala de aula


Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida alerta que o currículo escolar não pode continuar dissociado das novas possibilidades tecnológicas

Elisângela Fernandes (novaescola@atleitor.com.br)


O papel do professor em contextos de ensino online: problemas e virtualidades. Uma análise.

Atividade proposta em 04 out 2012

Análise do texto : MORGADO, Lina. O papel do professor em contextos de ensino online: problemas e virtualidades. In: Discursos, III Série, nº especial, p.125-138, Lisboa, Universidade Aberta, 2001.

Texto na íntegra:
https://repositorioaberto.uab.pt/bitstream/10400.2/1743/1/professor_online_linamorgado.


O conceito de EAD
               A educação à distância, de acordo com Lina Morgado, é uma educação que integra o computador na sua estrutura de ensino como meio para mediar a comunicação. Esta pode ser síncrona (em tempo real) ou assícrona ( tempos distintos, ou seja, os ). O principal aspecto deste tipo de educação, destacado por ela, é a aprendizagem colaborativa onde indivíduos colocam competências individuais em prol do grupo. Para que a EAD funcione, no entanto, é fundamental que a entendamos como uma nova abordagem pedagógica e não achar que disponibilizar computadores para quem mora longe dos centros educacionais vai solucionar o problema da educação.

A relação entre material, aprendizagem e ensino
               A autora, por meio de sua revisão de literatura, destaca três modelos de ensino online situando a relação entre material, aprendizagem e ensino. 
  • 1º modelo - Os materiais e os conteúdos são confeccionados por especialistas e ensinado por tutores. Usam as TIC mas numa abordagem tradicional, ou seja, como meio para disponibilizar o material sem se preocupar com a aprendizagem colaborativa ou o retorno do estudante face a apropriação do material disponibilizado.
  • 2º modelo - O professor tem um papel mais ativo, seja disponibilizando materais (nesse caso, já existentes como livros, vídeos entre outros) ou seja promovendo discussões e propondo atividades. Online os estudantes interagem e discutem e offline trabalham os conteúdos predeterminados. 
  • 3º modelo - Do ponto de vista de Lina (2001, p. 103), “é o modelo que dissolve a distinção entre conteúdo e tutoria e cujo objetivo é a construção de uma comunidade de aprendizagem. (...) Os conteúdos são fluidos e dinâmicos, pois são largamentes determinados pelos indivíduos e pela atividade de grupo”. O aprendizado acontece em sua totalidade online, onde o indivíduo participa como se em uma sala de aula, só que virtual. 

Propostas pedagógicas que podem ser utilizadas em EAD
        Morgado sinaliza que, embora hajam várias experiências de cursos online, há alguns elementos indispensáveis que permeiam as concepções pedagógicas deles:
a dimensão de grupo, o uso do tempo online, a adaptação à assincronia e a construção de uma comunidade de aprendizagem. Propõe: 
  • Sala de Aula Virtual, onde, online, o estudante possa ter acesso aos materiais e fazer seus questionamentos e tirar suas dúvidas. A construção de uma comunidade de aprendizagem implica num sistema de colaboração entre professores, monitores e alunos. O saber deve ser partilhado e, então, discutido e reformulado em conjunto. Esate é o aspecto mais importante para que a EAD se dê com eficiência, onde pessoas que comungam do mesmo interesse (o curso que estão matriculados) podem interagir como se estivessem em turma, ou seja, é uma forma de se sentirem em grupo e não abandonados a própria sorte com os textos propostos.
  • Calendarização clara das atividades a desenvolver. Para tal, estas devem ter objetivos claros e com prazo coerente para sua execução. (Adaptação à assincronia) 
  • O professor deve promover o questionamento, o pensamento crítico, o sentido de autonomia, o diálogo e a colaboração, por meio de atividades interativas e relações interpessoais para que o saber seja compartilhado, multiplicado e (re)construído pelos estudantes. 
  • Quanto ao aspecto técnico, faz-se necessário familiarizar o aluno com a plataforma/software a ser utilizado pelo curso para que ele possa entendê-la e bem usá-la sem que haja prejuízo quanto ao processo pedagógico. Ou seja, saber usar um fórum, um reposítório de textos, para aí sim se preocupar com o conteúdo de suas publicações.

04 outubro 2012

http://www.goear.com/listen/e3d1668/saude-mental-a-familia-e-a-escola-radio-inclusivesoucas

Nas ondas do rádio.


Em 2008, no X Congresso Internacional de Cidades Educadoras que ocorreu em São Paulo de 24 a 26 de abril, contou com a participação de crianças e adolescentes na cobertura jornalística.
Denominados Imprensa Jovem do Programa Nas Ondas do Rádio ou como  ficou conhecido "Laranjinhas Press", realizou entrevista com os participantes, edição de material de áudio, vídeo e fotografia, assim como apresentação de programas de rádio no Estande da Prefeitura.
O trabalho foi acompanhado de professores que capacitaram os alunos, em rádio, reportagem, edição digital e em inglês instrumental.



Visite o Blog - http://blogandonasondasdoradio.blogspot.com.br - para maiores  informações.


Fonte: http://blogandonasondasdoradio.blogspot.com.br/
Acessado em 04/10/2012

04 maio 2012

Camila, nossa mascote

Em meio a tanta turbulência do cotidiano, uma folga de paz.
(turbulência quer dizer: mamar, fazer cocô e xixi , chorar, berrar e fazer manha)


26 abril 2012

As inclusivas na estrada rumo ao III Congresso Brasileiro de Saúde Mental

É isso mesmo! Informação é tudo e as inclusivas vão aonde ela está, nesse caso Fortaleza/CE.
O Congresso acontecerá entre os dias 07 e 09 de junho.
Se você se interessa pelo tema e gostaria de participar do evento, apresse-se as inscrições se encerrarão dia 30 de abril, segunda feira. Encima da hora né? Pois é soubemos ontem...

Para mais informações
http://www.congresso2012.abrasme.org.br/

INCLUSIVELOUCAS NAS ONDAS DO RÁDIO

Olá pessoal!

As inclusivas descobriram o Audacity! A bem da verdade, foi  a prof. Deise Juliana quem nos apresentou.
Audacity é software livre de edição de áudio, onde é possível gravar, mesclar músicas e muito mais.
Nós adoramos!!!
Como exercício da disciplina de TIC (Tecnologias da Informação e Comunicação) fizemos o nosso primeiro programa. O tema foi: A família e a saúde mental.
Assim que descobrirmos como faz para colocar áudio aqui, nós postaremos!!
Fique ligados : a rádio INCLUSIVELOUCAS está só começando.

22 abril 2012

Mais uma integrante do inclusivelolucas

Ontem às 14:22hs nasceu Camila, filha da Antonina. Eis a foto da figurinha: só buchechas. Linda demais!


Semana da Luta Antimanicomial Cancelada

Pois é pessoal, levamos um banho de água fria! Temos um provável greve vindo por aí no dia 13 de maio. Como a nossa programação era para a semana de 14 a 18 de maio, resolvemos suspendê-la. Não queríamos criar expextativas e nem mobilizar as pessoas (palestrantes, CAPs, pacientes, familiares, alunos, professores) pra depois ter que cancelar tudo de última hora.
No entanto, não vamos deixar esse dia passar em branco. Postaremos materiais de audivisual e noticiaremos aqui o que anda acontecendo no Brasil em favor da luta antimanicomial no dia 18 de maio.

17 abril 2012

Dia Nacional da Luta Antimanicomial - 18 de maio

As Inclusivas, O Grupo de Estudos sobre Saúde Mental coordenado pela psicóloga e prof. Deise Juliana Francisco e o Centro Psiquiátrico Judiciário Pedro Marinho Suruagy estão se reunindo para contruir uma Semana da Luta Antimanicomial na UFAL entre os dias 14 e 18 de maio. Quem tiver alguma sugestão de tema para mesas redondas ou que queira participar conosco da organização do evento pode entrar em contato. Pretendendos trazer os vários atores sociais envolvidos nessa luta, assim como pessoas em sofrimento mental e suas famílias. A comunidade em geral, universitários, técnicos e você são partes importantíssimas nesse processo de humanização do tratamento dessas pessoas e sua inclusão social.
As reais mudanças começam a partir da persepção de cada um de nós sobre o que é o direito do cidadão.
Participe!

Cartilha sobre saúde mental

Olá pessoal
como consta em postagem anterior, a Procuradoria Federal de Direitos Humanos lançou uma cartilha sobre saúde mental. E As Inclusivas está disponibilizando aqui. Boa Leitura!

http://pfdc.pgr.mpf.gov.br/atuacao-e-conteudos-de-apoio/publicacoes/saude-mental/direito_saude_mental_2012/

14 abril 2012

Capacitação em Psicologia Escolar e Educacional

Hoje pela manhã, as inclusivas participaram de um curso de capacitação em psicologia e educacional dividido em 4 encontros. Este foi o 1º deles. A aula de hoje foi sobre inclusão social dos portadores de Síndrome de Down.
Além das infromações básicas e como devemos usar as características da síndrome a favor dos que a carrega, contamos com a simpatia e a disponibilidade da palestrante, a psicóloga Silvana Paula Alcântara. Essa moça dá o que falar. A competência em pessoa! Vale a pena dar uma olhada na promação, acho que ainda dá pra participar. As organizadoras são bem receptivas.

Os temas que eles pretendem discutir são:
Violência na Escola (Bullying e Ciberbullying)
Relação Aluno - Escola - Família
TDAH e Hiperatividade
Educação Especial (Síndrome de Down, Autismo, Deficiências Sensoriais e Outros)
http://www.psicocursos.com/

13 abril 2012

Praxiterapia no CPJ

Olá pessoas!
 Estou superfeliz: hoje comecei o meu trabalho voluntário no Centro Psiquiátrico Judiciário (CPJ) Pedro Marinho Suruagy no complexo penitenciário do lado da UFAL.
Eu (Aline) e a Danielah (que é gerente de lá, ou seja, a manda-chuva) estamos nos articulando para por o povo pra trabalhar (começando por nós mesmas...kkkkk)
Já tinhamos nos reunido lá no domingo passado pra visitar as instalações e fazer uma pré-lista do material necessário pra por a casa em ordem e começar as atividades. Pretendo passar minhas quartas e sexta-feiras com eles compartilhando experiências, aprendendo e me divertindo com eles.
Conheci uma das moças que os acompanham na terapia e tô começando a me enteirar sobre como funcionam as coisas e algumas regras que a nossa convivência vai exigir. Ela foi muito simpática e prestativa, como todos os outros funcionários com quem tive contato.
O tempo passou voando!
Reencontrei alguns dos internos e eles pareceram estar felizes ao me ver. Acreditam que eu mal cheguei e já vou ganhar um porta-retrato feito especialmente pra mim? São uns amores...
Em breve postaremos o projeto que pretendemos desenvolver e esperamos que vocês se apaixonem por ele tanto quanto nós e decidam colaborar também!
Sim, eles são pessoas em sofrimento mental em confronto com a lei (disse certinho Dani?), mas carentes de atenção e carinho como muitos de nós. Fazem parte da nossa sociedade e, por serem cidadão brasileiros como todos nós, merecem se sentir incluídos e amados.

12 abril 2012

Criação de uma história

Teremos que construir, uma história,  apresentar em áudio visual. A proposta pedagógica é:


  • Conflito ou tema;
  • Apresentação de personagens, ( vou ter que ouvir minha voz, afff... corri tanto disso, nunca assisti a nenhuma entrevista minha);
  • Entre outras coisas determinadas e sugeridas pela professora Deise Juliana.
Vamos meninas, planejar e AÇÃO.

radiofonicaescola

http://radiofonicaescolar.blogspot.com.br/

PFDC lança Cartilha Direito à Saúde Mental




A Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão lançou uma cartilha para promover maior esclarecimento sobre saúde mental no Brasil.

Destinada a usuários do sistema de saúde mental, familiares e toda a comunidade, a publicação reúne - em uma linguagem clara e acessível - perguntas e respostas sobre aspectos como saúde integral, direitos da pessoa com transtorno mental, modos de tratamento, interdição, condições para internação, delitos, drogadição e exames/prontuários.

O objetivo da cartilha é informar os cidadãos acerca do direito à saúde mental, de modo a que possam conhecer e exigir dos poderes públicos o cumprimento de seus deveres. Exemplares da publicação serão encaminhados às Procuradorias Regionais dos Direitos do Cidadão em todo o país e também a entidades e organizações que atuam no campo da saúde mental.

A cartilha é fruto da parceria entre a PFDC e os Conselhos Federais de Psicologia (CFP), Enfermagem (COFEN), Serviço Social (CFESS) e de Medicina (CFM).


By Danielah.

Rádio educativa - Prática da Impostação da Voz

Tipos de Rádios:

  • Rádio Comercial;
  • Rádio Comunitária;
  • Rádio Universitária;
  • Rádio Educativas;
  • Rádio Jornal.
A comunicação através do rádio, ocorre de forma "quase" que democrática, pois há várias restrições por trás das mídias auditivas. 
A rádio educativa é uma ferramenta que permite o educando a pensar e  se organizar sobre a forma de expressão através da preparação dos programas e exposição de suas ideias.  Assim como provoca a integração entre as disciplinas, o que torna o ensino aprendizagem interativo e cotidiano, proporciona ao aluno a prática da oralidade e a impostação da voz, por vezes facilitando a expressão em público até de pessoas mais tímidas.  Trabalha também com o canal áudio sensorial, ao proporcionar o uso da imaginação do alunado, o que a televisão torna limitada. 

Nossas crianças estão presas, sem imaginação, com limitação de criação. 


By. Aline e Danielah.

MÍDIAS NA EDUCAÇÃO

As tecnologias de comunicação e informação estão em constante evolução. Estamos vivendo momentos históricos onde elas permitem que o indivíduo se desenvolva fora dos parâmetros ditados pela mídia oficial. Neste sentido é importante o uso das tecnologias (tradicional ou inovadora) em nossa prática pedagógica, como ferramenta para o processo ensino-aprendizagem. O rádio é uma tecnologia tradicional, considerado um meio de comunicação de massa na sociedade, percebido como elemento integrante de nossa realidade, faz parte do nosso ambiente mais imediato, principalmente da realidade doméstica pois este move-se acompanhando os ouvintes, e que tem um enorme potencial pedagógico.

O uso pedagógico do Rádio, já é uma realidade em algumas escolas brasileiras, ampliando o espaço da sala de aula, motivando os alunos e os diversos membros da comunidade escolar ao ensino-aprendizado além de estar propiciando a oportunidade de produção, comunicação e representação do conhecimento ."Um ganho imediato é no campo da escrita", diz Ismar de Oliveira Soares, professor da ECA e coordenador do projeto Educom.rádio, uma parceria entre a Escola de Comunicações e Artes (ECA) da Universidade de São Paulo (USP) e a Secretaria Municipal de Educação, um dos projetos integrados ao Programa Rádio Escola da SEED-MEC que desenvolvem ações que utilizam a linguagem radiofônica para o aprimoramento pedagógico de comunidades escolares, o desenvolvimento de protagonismos cidadãos e o treinamento de grupos profissionais.. "Como as crianças precisam escrever a pauta do programa, fazer o roteiro de uma radionovela ou redigir notícias, muitas delas, que nunca ou pouco haviam escrito, estão apresentando textos muito mais bem estruturados." Não é preciso falar que isto acarreta uma melhora também na oralidade e na leitura, além de ensinar a aprender a ouvir.


Hoje em dia os programas de rádio contêm elementos da tecnologia digital na comunicação, mostrando que velhas e novas tecnologias podem e devem conviver harmoniosamente, potencializando a aprendizagem. Os Podcasts[1], que são programas de rádio personalizados gravados em mp3 e disponibilizados pela internet, são uma proposta inovadora, barata e acessível para a criação de rádios nas escolas. Um projeto educacional muito interessante já em andamento é o PodCast da EscolaBR que vem sendo trabalhado e divulgado no Projeto Educação ComCiência do estado do Paraná, no stand denominado “RÁDIO NET (PODCAST)”, e tem sido muito bem aceito por todos os participantes que se entusiasmam com a possibilidade nada remota de produzir uma rádio em sua escola e de serem protagonistas-usuários desta ferramenta.


Uma das vantagens do uso pedagógico da Rádio, além do seu caráter social e difusão cultural, é sem dúvida o fato de que ela mexe muito com a imaginação do ouvinte, ao mesmo tempo que pode se tornar uma desvantagem se a programação não tiver a linguagem adequada a este ouvinte, que talvez possa divergir a sua imaginação do pensamento que o educador gostaria de transmitir. Devemos lembrar também que existem diferenças entre as linguagens falada, escrita e visual, cada qual com suas especificidades, e levar em consideração o tempo de atenção auditiva, desenvolvendo falas curtas, bem entonadas , se possível com fundos musicais e sonoplastias, de acordo com o contexto, para se aproximar ao máximo da imaginação esperada e ajudar a prender a atenção através destes recursos. Isto levado em consideração no planejamento pedagógico das programações acompanhado por profissionais da área de tecnologias na educação, poderá ser utilizado em produções radiofônicas de conteúdos disciplinares além das discuções pedagógicas e temas como saúde, trabalho e sexualidade, já tratados por rádios escolares.


Lembrando de assegurar espaços para publicação de produções de alunos, professores e quaisquer membros da comunidade escolar, projetos escolares como peças teatrais, recitais de poesias, cobertura de eventos, shows de bandas de alunos e porque não gravações musicais de alunos, que mesmo com todo o talento que têm, demorariam anos ou jamais chegariam as mídias de cunho comerciais que alimentam a máquina do poder da informação e seus "deuses", pois é justamente esta quebra de barreiras e fronteiras que mais tem atraído o público criativo a se utilizar desta tecnologia. Portanto para a educação não se aplica as regras e tempos das produções comerciais e sim devem ser adaptados segundo as produções criativas de cunho pedagógico-sócio-cultural e as necessidades da comunidade escolar.


O que vivenciamos é que sempre que surge uma mídia mais sofisticada a tendência dos educadores é, ou de rejeitá-la por receio ao novo, ou de partir para o uso desta, descartando as outras mídias menos sofisticadas. No entanto, cada qual tem o seu papel nas diferentes situações de aprendizagem. É tarefa do professor enquanto mediador da aprendizagem propor situações que levem os alunos a interagirem entre si e com o meio, utilizando as diferentes mídias e linguagens na produção de seu conhecimento. Inclui-se nestas o rádio, que é um instrumento que pode muito bem ser utilizado no desenvolvimento de atividades culturais, científicas ou artísticas de forma eficiente envolvendo o aluno em atividades que proporcionam a produção e o uso da linguagem radiofônica.

 http://www.escolabr.com/virtual/wiki/index.php?title=O_Uso_Pedag%C3%B3gico_de_R%C3%A1dio_e_Pod_Cast

Oficinando em Rede

Livro organizado também pela professora de Tecnologia da Informação e Comunicação/Pedagogia/UFAL -  Deise Juliana.


Prefácio

Esta coletânea reúne textos que são resultados, de um projeto de pesquisa-interação coordenação por Cleci Maraschin e realizado pelo Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social e Institucional da UFRGS em parceria com o Centro Integrado de Atenção Psicossocial do Hospital São Pedro, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. As ações e discussões teóricas que aqui são apresentadas têm como lócus de trabalham conjunto de oficinas tecnológicas desenvolvidas no campo da saúde mental. As oficinas são figuradas importantes no domínio da reforma psiquiátrica brasileira. 


Leiam indicamos, pois somos inclusivas. 

By. Damielah.